Gestão Financeira: o que é e como construir

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Conhecer e aplicar os conceitos de gestão financeira é obrigatório para o crescimento sustentável de qualquer organização.

Você sabe o que é gestão financeira? Se é um empreendedor, executivo ou gestor, provavelmente conhece um pouco sobre o assunto, já que ele é indispensável em qualquer organização, até mesmo nas sem fins lucrativos, dada a grande importância de cuidar bem dos recursos financeiros.

Dados de uma pesquisa do U.S. Bank mostram que 82% das pequenas empresas vão à falência devido a uma má gestão do fluxo de caixa, o que equivale a mais de 4 a cada 5 negócios.

Outras fontes indicam um cenário parecido. Uma pesquisa da revista Accounting Today perguntou a mil participantes, entre proprietários e líderes de pequenos negócios, quais desafios financeiros eles enfrentaram nos últimos 12 meses. As respostas foram as seguintes:

  • Problemas com fluxo de caixa (32%)
  • Baixa lucratividade (31%)
  • Perda de um grande cliente (22%)
  • Necessidade de capital (21%)
  • Excesso de débitos (11%)

Esses são apenas alguns indicativos que comprovam como a gestão de finanças é crucial para qualquer empresa, e embora os exemplos citados abordem as pequenas empresas, nada impede que companhias de maior porte também tenham dificuldades com suas finanças.

Felizmente, tais situações podem ser contornadas com uma gestão financeira bem planejada e executada, a qual impacta direta e positivamente em toda a empresa, desde o sucesso em suas vendas até sua sustentabilidade a médio e longo prazo.

O que é gestão financeira?

Gestão financeira consiste no planejamento, organização, direcionamento e controle das atividades financeiras por meio da aplicação de princípios gerais de gestão aplicados especificamente aos recursos financeiros.

Resumindo ainda mais, uma boa definição vem da Xero, que considera que gestão financeira consiste no planejamento estratégico de como a empresa deveria ganhar e gastar seu dinheiro.

Isso, portanto, inclui decisões sobre levantamento de capital, empréstimo de dinheiro e orçamento, além da definição de metas financeiras e da análise de dados.

Alguns dos principais objetivos relacionados à gestão financeira são os seguintes:

  • Manter uma oferta suficiente de fundos para a organização;
  • Garantir que os acionistas da organização tenham bons retornos em seus investimentos;
  • Proporcionar o melhor e mais eficiente uso possível dos fundos;
  • Criar oportunidades de investimento reais e seguras para quem deseja investir.

Conceito de gestão financeira

Como não existe apenas um, mas sim vários conceitos de gestão financeira, já que eles podem variar de acordo com cada interpretação, nós separamos a definição dada por alguns autores, capazes de esclarecer ainda mais sobre o que trata o assunto.

“Gestão financeira está relacionada com o uso eficiente de um recurso econômico importante, a saber, os fundos de capital.”

Ezra Solomon e John J. Pringle, em “Introduction to Financial Management”. Tradução livre.

“Gestão financeira é a atividade operacional de um negócio responsável pela obtenção e pelo uso eficiente dos fundos necessários para uma operação eficiente.”

Joseph L. Massie, em “Essentials of Management”. Tradução livre.

“Gestão financeira é uma área de tomada de decisões financeiras que harmoniza os motivos individuais e as metas empresariais.”

J. Fred Weston e Eugene F. Brigham, em “Managerial Finance”. Tradução livre.

“Gestão financeira é a aplicação das funções de planejamento e controle da função financeira.”

Bion B. Howard e Miller Upton, em “Introduction to Business Finance”. Tradução livre.

“Gestão financeira é a área de gestão de negócios voltada ao uso judicioso de capital e à seleção cautelosa de fontes de capital para habilitar uma unidade de gastos e, assim, ir em direção ao alcance de suas metas.”

Joseph Francis Bradley, em “Administrative Financial Management”. Tradução livre.

Qual é a importância da gestão financeira empresarial?

A gestão financeira é um dos aspectos mais importantes no mundo dos negócios. Para começar ou gerir uma empresa de sucesso, é preciso ter ótimos conhecimentos em gestão financeira.

Alguns dos principais fatores são os seguintes, destacados pela London School of Business & Finance:

  • Ajudar no planejamento financeiro;
  • Auxiliar no planejamento e na aquisição de fundos;
  • Ajudam no uso e alocação eficientes dos fundos recebidos ou adquiridos;
  • Auxiliar na tomada de decisões financeiras críticas;
  • Ajudar a melhorar a lucratividade das organizações;
  • Aumentar o valor geral das empresas ou organizações;
  • Proporcionar estabilidade econômica;
  • Encorajar os colaboradores a economizar, o que também os auxilia no planejamento financeiro pessoal.

O que constitui a gestão financeira?

Há uma série de elementos que, juntos, compõem a gestão financeira. Alguns deles são os seguintes:

Planejamento financeiro

Este é o processo de calcular a quantidade de capital necessária por uma organização e, então, determinar sua alocação.

O planejamento financeiro inclui alguns objetivos principais, como:

  • Determinar a quantidade de capital necessária;
  • Determinar a organização e a estrutura do capital;
  • Enquadramento das políticas e regulamentos financeiros da organização.

Controle financeiro

Outro ponto chave é o controle financeiro, cujo papel principal é avaliar se a organização está ou não atendendo aos seus objetivos.

O controle financeiro deve responder às seguintes perguntas:

  • Os ativos da organização estão sendo usados adequadamente?
  • Os ativos da organização estão seguros?
  • A gestão financeira está agindo de acordo com os melhores interesses financeiros da organização e os principais acionistas?

Tomada de decisões financeiras

A tomada de decisões financeiras envolve os investimentos e financiamentos da organização.

Este departamento é responsável por tomar decisões sobre como a organização levantará suas finanças, se ela deve ou não vender novas ações e como o seu lucro deve ser distribuído, por exemplo.

Como fazer um planejamento financeiro empresarial?

O objetivo do planejamento financeiro é projetar os próximos meses, suas receitas e despesas, o que pode acender alguns sinais de alerta importantes para o negócio, ajudando a se preparar para quedas no fluxo de caixa, necessidades financeiras e afins.

Por tudo isso, saber como fazer um planejamento financeiro empresarial é muito importante, e os seguintes passos, compartilhados pelo banco canadense BDC, tornam o processo ainda mais fácil:

#1 – Revise seu planejamento estratégico

O ideal é que o planejamento financeiro comece com o planejamento estratégico da sua empresa. É importante pensar já no início do ano o que se deseja conquistar em seu decorrer, além de responder a uma série de perguntas:

  • Preciso expandir?
  • Preciso de mais equipamentos?
  • Preciso contratar mais colaboradores?
  • Preciso de outros novos recursos?
  • Como meu planejamento afetará meu fluxo de caixa?
  • Precisarei de financiamento? Se sim, de quanto?

Com isso em mãos, determine o impacto financeiro nos próximos 12 meses, incluindo as despesas com os projetos de maior porte.

#2 – Desenvolva projeções financeiras

Crie projeções financeiras mensais registrando sua receita antecipada baseada em previsões de vendas e nas despesas antecipadas com pagamentos de salários, suprimentos e afins.

Inclusive, fica aqui uma dica importante: se o seu negócio tem um fluxo de caixa muito apertado, pode ser melhor fazer projeções semanais, capazes de tangibilizar melhor as projeções e objetivos.

O próximo passo é adicionar os custos dos projetos identificados no passo anterior, o que pode ser feito tanto com o auxílio de planilhas quanto de ferramentas automatizadas, como softwares de contabilidade, por exemplo.

É importante não esquecer que as vendas não se convertem em dinheiro de imediato. Os recursos financeiros devem entrar no planejamento apenas quando aquele dinheiro efetivamente estiver disponível para uso.

Outro ponto importante é preparar uma declaração de receita projetada (com lucros e perdas) e uma projeção de balanço patrimonial. Inclua ali diferentes cenários, tanto otimistas quanto pessimistas, já que ambos ajudam a se preparar da melhor maneira possível em relação ao que pode acontecer.

Se achar que essa é uma etapa muito complexa, procure ajuda de um contador especializado. Porém, é importante participar ativamente do processo, já que será você o responsável pela busca de financiamentos e, por isso, deve ter boas informações sobre o que está acontecendo na empresa.

#3 – Consiga financiamento

Use suas projeções financeiras para determinar suas necessidades de financiamento. Então, aproxime-se de seus parceiros financeiros com antecedência para discutir as opções disponíveis.

Projeções bem preparadas ajudam a tranquilizar os banqueiros de que sua gestão financeira é sólida, o que, por sua vez, aumenta as chances de conseguir os recursos necessários.

#4 – Planeje-se para contingências

O que você faria se as finanças desaparecessem de uma hora para outra? É uma boa ideia ter fontes de emergência de recursos financeiros antes que você eventualmente precise delas.

Algumas das possibilidades são manter algum dinheiro de reserva ou ter uma boa linha de crédito junto à instituição financeira de sua confiança. Porém, essa é uma possibilidade que pode ser discutida internamente, de modo a fazer a melhor decisão possível.

#5 – Monitore os resultados

Ao longo do ano, compare os atuais resultados com suas projeções para saber se está de acordo com o planejado ou se precisa ajustar algo. O monitoramento ajuda a identificar problemas financeiros antes que eles fujam de controle.

#6 – Se precisar, procure ajuda

Se você não tiver a experiência necessária para lidar com a gestão financeira por conta própria, procure ajuda profissional. Contadores são ótimos profissionais para auxiliar neste sentido, já que reúnem bastante experiência técnica e prática.

Embora isso demande um investimento, certamente os recursos financeiros serão muito bem aplicados, já que toda a gestão financeira estará mais organizada e controlada, o que, por sua vez, permitirá que a empresa caminhe com mais segurança e estabilidade.

Leia também: Gestão Estratégica: conheça este método de gestão empresarial

Quais são os principais KPIs financeiros?

No tópico anterior, nós comentamos sobre projeções financeiras e monitoramento de resultados. Porém, isso pode trazer à tona uma pergunta: quais são os principais indicadores financeiros?

É fato que a resposta pode variar de acordo com cada negócio e com o momento daquela organização. Porém, podemos destacar os seguintes entre os principais KPIs financeiros:

  • Contas a pagar;
  • Contas a receber;
  • EBITDA (Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization, ou lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização);
  • EVA (Economic Value Added, ou valor econômico agregado)
  • Fluxo de caixa líquido;
  • Índice de liquidez;
  • Lucro;
  • Margem de contribuição;
  • Margem de lucro bruto;
  • Retorno sobre o patrimônio;
  • Utilização de recursos;
  • Variação de orçamento.

A escolha dos melhores KPIs deve ser feita com bastante cautela, já que eles devem permitir a tomada de ações e decisões para que a companhia possa avançar rumo aos seus objetivos.

Por isso, ainda que não haja um número definido de quantos indicadores de desempenho financeiro a empresa deve ter, o ideal é que não sejam muitos. Caso contrário, não será possível acompanhar de perto o que realmente importa.

Leia também: KPI: um grande placar

O que fazer para melhorar a gestão financeira?

Se você ainda não sabia como fazer um planejamento financeiro empresarial, o processo foi esclarecido acima. Porém, tanto para empresas que começaram agora seu planejamento quanto para aquelas que já o aplicam há algum tempo, sempre é possível melhorar o processo, como por meio das seguintes orientações:

Crie um planejador para o fluxo de caixa

No início do artigo, vimos como a falta de um bom planejamento de fluxo de caixa impacta negativamente as empresas, inclusive em relação à sua continuidade no mercado.

Para evitar que isso aconteça, é importante ter uma planilha ou software que registre as projeções de receitas e despesas. Assim, torna-se possível se preparar para eventuais quedas no fluxo de caixa, além de saber quando é o melhor momento de fazer algum investimento na equipe ou em equipamentos, por exemplo.

Tenha um dashboard de desempenho financeiro

Crie um dashboard onde você pode monitorar em torno de quatro ou cinco KPIs para a sua empresa. Assim, as informações estarão disponíveis a qualquer momento para consulta dos responsáveis, dos gestores aos vendedores.

Como já mencionamos anteriormente, a escolha dos principais KPIs financeiros deve ser feita de acordo com o momento da empresa e o que mais faz sentido para ela, o que pode ser feito em uma reunião com os gestores e profissionais da equipe de finanças, por exemplo.

Revise sua estrutura de custos e precificação

Uma maneira de controlar os custos é ter três cotações de diferentes fornecedores para todos os seus custos importantes, incluindo itens gerais, do café aos materiais de escritório.

Outra boa sugestão é ter certeza de que está sendo diligente com as contas a pagar e aproveitando ao máximo todos os dias disponíveis para o pagamento, evitando atrasos e a cobrança de juros, multas e encargos.

Essa revisão é muito importante e deve ser feita em toda a estrutura organizacional. Assim, você saberá exatamente quanto a empresa gasta e, com essa informação, poderá se planejar melhor, evitando ficar à deriva em relação aos custos.

Quais são os três tipos de cadência de acompanhamento?

Todo negócio tem três tipos de cadência. É como se ele fosse um conjunto de engrenagens combinadas: algumas são menores, girando mais rápido, e outras são maiores, girando mais devagar, mas realizando movimentos maiores, sendo que todas precisam estar em movimento.

Dentro de cada tipo de cadência, há diferentes indicadores que podem ser acompanhados para conseguir entender cada momento da empresa e seus diferentes níveis de operação.

Os três tipos de cadência são os seguintes:

1 – Cadência operacional (ou heartbeat)

Aqui aparecem os indicadores que mostram a cadência da operação e seu ritmo no menor ciclo operacional, ou seja, que possuem um curto espaço de tempo, como diário ou semanal. Alguns deles são:

  • Atendimentos por dia ou por semana;
  • Pedidos por dia ou por semana;
  • Transações por dia ou por semana;
  • Vendas por dia ou por semana.

2 – Cadência tática

Consiste em um acompanhamento mensal do que foi planejado versus o que foi realizado, contemplando ajustes finos ao planejamento para endereçar eventuais variações que possam aparecer neste modelo.

Este retrato mensal, comparando o que se planejou fazer e o que efetivamente foi realizado, permite fazer algumas correções de rota para que seja possível atingir os objetivos propostos.

3 – Cadência estratégica

Por fim, a cadência estratégica consiste em uma visão trimestral do que foi planejado em comparação com o que foi realizado, além de contemplar uma revisão do período trimestral seguinte.

Essa visão mais geral permite uma análise mais bruta dos resultados, o que também é importante para identificar eventuais desvios e mudanças que não tenham sido percebidas nos outros ciclos.

Quais são as competências típicas de uma área financeira e sua organização?

Isso pode ser respondido usando uma estrutura de gestão financeira básica, e mesmo que não haja um time ou profissional para cada uma das áreas que a formam, é importante que todas elas existam.

De fato, as quatro primeiras áreas são as mais importantes, enquanto as duas seguintes são opcionais, dependendo das necessidades e da estrutura de cada empresa. Confira:

1 – Planejamento financeiro

Contempla a elaboração do planejamento operacional, a definição de indicadores, a conexão com o DRE (Demonstração do Resultado do Exercício), com o balanço patrimonial e afins.

Ele aborda o aspecto operacional, que precisa do engajamento dos gestores, mas também das equipes de negócios e de quem tenha a habilidade de transformar os modelos financeiros e entender as dinâmicas para conectar tudo com o planejamento financeiro.

2 – Controladoria

Depois que o planejamento financeiro foi elaborado, é preciso garantir que o que foi planejado está sendo executado e, além disso, que as variações do planejado versus o real estão sendo compreendidas para os devidos ajustes na rota.

Tudo isso é feito pela controladoria, que, com o perdão da repetição, controla o que o negócio está realmente executando. Ela também gera informações para que as áreas de negócios entendam o que está variando, porque isso acontece e o que deve ser feito para a correção.

3 – Back office financeiro

Basicamente, aqui estão as contas a pagar e as contas a receber. O back office financeiro precisa processar um grande volume de informações financeiras do negócio e garantir que elas estejam disponíveis nos lugares adequados, como no ERP usado pela organização.

Há algumas companhias em que o back office também é responsável pelo processamento da folha de pagamento e dos tributos associados a ela, não necessariamente pela gestão das pessoas ou sua remuneração.

4 – Contabilidade

A equipe de contabilidade é responsável por conectar os demonstrativos de resultados financeiros e gerenciais com a parte contábil. Ter uma contabilidade forte e bem estruturada, seja ela interna ou externa, é crucial para que se consiga executar a gestão daquele negócio.

Por isso, na hora de escolher um contador, ao invés de comparar apenas o valor cobrado pelo serviço, vale muito mais optar por aqueles com maior expertise. Assim, o profissional conseguirá entregar todas as informações necessárias para a tomada de decisões financeiras importantes.

Em outras palavras, o custo de economizar com um contador tende a ser muito mais alto do que pagar mais por seus serviços, mas ter todas as informações necessárias disponíveis.

5 – Área fiscal

Alguns negócios possuem departamentos adicionais no que tange à gestão financeira, e o fiscal é um deles, presente em negócios de varejo e de distribuição, por exemplo.

As principais responsabilidades da área fiscal são entender qual é a classificação fiscal de cada produto e quais são os impostos associados, tarefas bastante difíceis, especialmente quando consideramos a complexidade da carga tributária brasileira, que pode levar a impostos equivocados ou classificações que não são as melhores.

6 – Tesouraria

Companhias que movimentam grandes volumes de dinheiro e que trabalham com ciclos de capital muito longos, como trades agrícolas, companhias que envolvem grandes transações agropecuárias, de papel e celulose, combustíveis, bancos ou outras com ciclos semestrais possuem a área de tesouraria.

Sua responsabilidade é gerir o capital da companhia e garantir que ele seja alocado adequadamente do ponto de vista de investimentos, disponibilidade financeira, hedge, operações financeiras estruturadas e afins.

Em suma, assim como há assessores financeiros que cuidam dos investimentos de pessoas físicas, a tesouraria exerce a mesma função dentro das companhias.

Livros de gestão financeira para aumentar seus conhecimentos

Se você gosta de recomendações literárias, saiba que há ótimos livros de gestão financeira. As seguintes sugestões foram feitas por Julian Tonioli, Mentor de finanças do Gestão 4.0 e sócio-fundador da Auddas.

Empreendedorismo: Gestão financeira para micro e pequenas empresas

Em micro e pequenas empresas, algumas das condições para crescer são o planejamento econômico, o controle apertado de custos e receitas e uma contabilidade de qualidade, e este livro fala sobre aspectos de gestão financeira com linguagem acessível e fácil de ser compreendida.

Repleto de exemplos desenvolvidos em planilhas de Excel, os quais podem ser adaptados para uso imediato, eles trazem assuntos corriqueiros, mas com dicas capazes de revolucionar a gestão, da redução de custos ao controle de recebíveis.

Resumindo as necessidades de gestão financeira, ele ainda tem uma seção especial dedicada à obtenção de crédito e linhas de financiamento com baixo custo, além de dicas sobre análise de demonstrações financeiras.

Administração do capital de giro

  • Autores: Alexandre Assaf Neto e César Augusto Tibúrcio Silva
  • Data da primeira publicação: 2011
  • Comprar na Amazon

Neste livro, os autores preenchem a lacuna de livros técnicos sobre administração do capital de giro na literatura brasileira, com conceitos e técnicas ajustados para a realidade do país.

O livro traz um foco amplo e moderno a três grandes visões sobre administração de capital de giro: integrativa, específica e de financiamento. Além disso, ele tem inserções sobre técnicas de gestão, risco, tomada de decisões e repercussões da inflação sobre os resultados das empresas.

Alguns dos principais assuntos abordados são os seguintes:

  • Fluxo de caixa;
  • Análise e dimensionamento de investimentos em capital de giro;
  • Administração do disponível;
  • Administração de valores a receber;
  • Análise e controle de valores a receber;
  • Administração financeira de estoques;
  • Avaliação da decisão de estocagem.

Gestão financeira empresarial: um sustentáculo para qualquer organização

Todas as áreas e departamentos possuem sua importância em uma organização. Porém, não podemos deixar de destacar a gestão financeira, que pavimenta o caminho para que seja possível atingir as metas e objetivos propostos.

Embora seja grande o número de empresas que sofrem com a falta de uma boa gestão financeira, o problema pode ser solucionado com um planejamento inteligente e uma execução assertiva, preparada para lidar com qualquer tipo de desafio, desde quedas na renda até despesas inesperadas.

Se você entendeu o que é gestão financeira, mas quer dar um passo além para colocá-la em prática em sua empresa, conheça o curso online “Fundamentos de Finanças”, do Gestão 4.0, que aborda desde definições básicas até princípios de Engenharia Financeira, e leve sua organização a outro patamar.

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