Startup: o que é e como desenvolvê-la

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A criação de uma startup tem sido tema em diversos locais no mundo dos negócios. Mas como se constrói uma e o que ela é? Essa e outras questões, responderemos nesse artigo.

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Introduzindo sobre o assunto e antes de entender o que é uma startup e como este tipo de empresa está crescendo, devemos colocar como primeiro ponto que estas não estão ligadas unicamente à internet. Acreditar nisso é um erro comum, mas que deve ser superado.

A Startup tem como principal característica, ser definida pelo seu tempo. Ou seja, startups são empresas novas que são fundadas com o intuito de desenvolver um produto ou serviço único, trazê-lo ao mercado e torná-lo irresistível e insubstituível para os clientes.

As startups estão enraizadas na inovação, abordando as deficiências dos produtos existentes ou criando categorias inteiramente novas de bens e serviços, perturbando assim formas arraigadas de pensar e fazer negócios para indústrias inteiras. É por isso que muitas startups são conhecidas dentro de suas respectivas indústrias como “disruptores”.

Quando nos referimos a empreendedorismo, engloba-se todos os novos negócios, incluindo o auto-emprego e negócios que nunca pretendem se tornar registrados. Já as startups se referem a novos negócios que pretendem crescer muito além do fundador sozinho. No início, as startups enfrentam alta incerteza e têm grandes chances de fracasso, mas uma boa parte  delas continua a ser bem sucedida e influente. Algumas startups se tornam unicórnios, isto é, empresas iniciantes de capital privado avaliadas em mais de US$ 1 bilhão. Mas veremos esse assunto mais adiante.

O que é uma Startup?

Para explicar o significado de startup, devemos entender sua origem. A utilização do termo começou durante a crise das empresas ponto-com, entre 1996 e 2001. Na época, foi formada uma bolha especulativa caracterizada pela alta das ações das novas empresas de tecnologia da informação e comunicação alocadas no espaço da Internet. 

A bolha da internet – como ficou conhecida – , ficou caracterizada por algumas venderem a tecnologia para fornecer acesso à internet, enquanto outras usavam a internet para fornecer serviços. A maior parte desta atividade inicial estava localizada no mais conhecido ecossistema inicial – o Vale do Silício, uma área do norte da Califórnia conhecida pelo alto nível de atividade das empresas iniciantes:

A Bolha da Internet adotou e começou a utilizar o termo startup, que até então apenas significava um grupo de pessoas trabalhando por uma ideia diferente e com potencial de fazer dinheiro. Além disso, startup, na etimologia da palavra, também sempre foi sinônimo de iniciar algo e colocá-lo em funcionamento.

Portanto, como já explicitado, uma startup funciona como qualquer outra empresa. Um grupo de funcionários trabalha em conjunto para criar um produto que os clientes comprarão. O que distingue uma startup de outras empresas, no entanto, é a maneira como uma empresa startup faz isso e seus principais princípios para seu funcionamento.

Princípios para criação de uma startup

As Startups precisam aprender o básico para sustentabilidade em uma velocidade enorme antes de ficarem sem recursos. Ações pró-ativas (experimentação, busca, etc.) aumentam o aprendizado de um fundador para iniciar uma empresa. Para aprender com eficácia, os fundadores muitas vezes formulam hipóteses falsificáveis, constroem um produto mínimo viável (MVP) e realizam testes A/B.

Portanto, alguns princípios são necessários para seguir na criação de uma startup visando o seu futuro sucesso e prevenindo para que ela não falhe logo de início. Alguns dos princípios estão listados abaixo.

Inicialização enxuta

O startup lean é um conjunto claro de princípios para criar e projetar startups sob recursos limitados e uma enorme incerteza para construir seus empreendimentos de forma mais flexível e a um custo mais baixo. Ele se baseia na ideia de que os empreendedores podem tornar suas suposições implícitas sobre como seu empreendimento funciona explícita e empiricamente testando-o. Assim, o lean startup é um conjunto de princípios de projeto voltado para o aprendizado experimental iterativo sob incerteza, de forma empírica engajada. Tipicamente, o lean startup concentra-se em alguns poucos princípios lean:

  • encontrar um problema que vale a pena resolver, depois definir uma solução;
  • engajar os primeiros adotantes para a validação do mercado;
  • testar continuamente com iterações menores e mais rápidas;
  • construir uma função, medir a resposta do cliente e verificar/refutar a ideia;
  • decisões baseadas em evidências sobre quando “pivotar”, mudando o rumo de seu plano maximizar os esforços de rapidez, aprendizado e foco.

Validação do mercado

Um princípio chave da inicialização é validar a necessidade do mercado antes de fornecer um produto ou serviço centrado no cliente para evitar ideias comerciais com demanda fraca. A validação do mercado pode ser feita de várias maneiras, incluindo pesquisas, respostas por e-mail, boca a boca ou através de pesquisa de amostra. 

Pensamento em design

O pensamento de design e o desenvolvimento do cliente podem ser tendenciosos porque não eliminam o risco de enviesamento, pois os mesmos enviesamentos se manifestarão nas fontes de informação, no tipo de informação buscada e na interpretação dessa informação. 

Tomada de decisão sob incerteza

Em startups, muitas decisões são tomadas sob incerteza e, portanto, um princípio chave para startups é ser ágil e flexível. Os fundadores podem incorporar opções para projetar startups de maneira flexível, para que as startups possam mudar facilmente no futuro.

Parceria

A startup pode formar parcerias com outras empresas para permitir que seu modelo de negócios funcione. Para se tornar atraente para outras empresas, as startups precisam alinhar suas características internas, tais como estilo de gestão e produtos com a situação do mercado. 

As startups geralmente precisam de muitos parceiros diferentes para realizar sua ideia comercial. O processo de comercialização é freqüentemente um caminho acidentado com iterações e novos insights durante o processo. Hasche e Linton (2018) argumentam que as startups podem aprender com suas relações com outras empresas, e mesmo que a relação termine, a startup terá adquirido um conhecimento valioso sobre como deve seguir em frente. 

Dados importantes sobre startups no Brasil e no mundo

Segundo estudo da Statista de 2020, o Brasil ocupa o quarto lugar em número de Startups dentro do território (8,1% do volume mundial), ficando atrás apenas da Índia (9,4%), Canadá (10,8%) e EUA (11,8%). O estudo também mostra que entre 2012 a 2020, houve um crescimento significativo das startups, de 2.519 para 13.273. 

Ainda segundo a pesquisa, o segmento que mais cresce na área é o de educação, representando 8,28% do volume das startups brasileiras. Sendo seguido pelo segmentos de finanças (5,55%) e de saúde e bem-estar (5,09%). A pesquisa também aponta que o modelo mais usado e aplicado nessas empresas é o SaaS (41,12%), seguido pelo Marketplace (19,4%).

Um artigo de 2014 na Fortune estimou que 90% das empresas em fase de arranque acabam falhando. Em uma amostra de 101 startups fracassadas, os cinco principais fatores de fracasso foram: 

  • falta de interesse do consumidor no produto ou serviço (42% das falhas); 
  • problemas de financiamento ou dinheiro (29%);
  •  problemas de pessoal ou pessoais (23%); 
  • concorrência de empresas rivais (19%); 
  • e problemas com o preço do produto ou serviço (18%);

Mais de um fator pode ser citado como causa do fracasso, portanto esses números somam mais de 100%. Algumas vezes estas empresas são adquiridas por outras se forem consideradas viáveis, mas muitas vezes deixam os funcionários com muito pouco recurso para recuperar a renda perdida por tempo trabalhado.

Mais de um terço dos fundadores acreditam que ficar sem dinheiro levou ao fracasso. Em segundo lugar, os fundadores atribuem seu fracasso à falta de financiamento ou de interesse dos investidores. 

Esses erros e erros comuns que acontecem no início da jornada inicial podem resultar em fracasso, mas há precauções que os empresários podem tomar para ajudar a mitigar o risco. 

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Fonte: Statista

Fonte: Statista

Uma breve explicação de como investir em Startups

As Startups têm várias opções de financiamento. As empresas de capital de risco e investidores anjos podem ajudar as empresas iniciantes a começar a operar, trocando capital inicial por uma participação acionária na empresa.

Capitalistas de risco e investidores anjos fornecem financiamento para uma série de startups, com a expectativa de que um número muito pequeno das startups se torne viável e ganhe dinheiro.

Na prática, porém, muitas startups são inicialmente financiadas pelos próprios fundadores usando “bootstrapping”, no qual empréstimos ou presentes monetários de amigos e família são combinados com poupança e dívida de cartão de crédito para financiar o empreendimento. 

Outras oportunidades de financiamento incluem várias formas de crowdfunding, por exemplo, equity crowdfunding, nas quais a empresa inicial procura financiamento de um grande número de indivíduos, tipicamente lançando sua ideia na Internet.

Tentaremos elucidar estes nomes que falamos aqui, nos próximo tópicos:

LoveMoney

Esse dinheiro surge da venda do produto a familiares e amigos ou até mesmo do investimento de valores para permitir que o empreendedor prossiga sua jornada e acredite em seu potencial. O LoveMoney é uma fonte muito importante ao empreendedor, não só na forma financeira mas na forma de apoio familiar ao empreendedor. 

Investimento próprio (Bootstrapping)

Temos um artigo que explica de forma completa como ocorre o bootstrapping, para saber mais, clique aqui

Investimento do próprio empreendedor na sua ideia. Nesse tipo de financiamento, o empreendedor tira dinheiro da poupança, usa seus recursos próprios ou faz empréstimos pessoais para lançar o seu negócio. Além da verba financeira, uma das formas de bootstrapping mais comum é a em que o(s) empreendedor(es) investem o tempo e o(s) conhecimento(s) que eles possuem para tracionar o negócio e tentar obter o capital necessário a partir de editais, investidores ou naturalmente pelas vendas da empresa.

Investimento-Anjo

Também possuímos um artigo completo com todas as informações necessárias sobre o assunto, para saber mais, clique aqui.

É o investimento efetuado por pessoas físicas com seu próprio capital em empresas nascentes com alto potencial de crescimento, e apresentam as seguintes características:

  • É efetuado por profissionais experientes, que agregam valor para o empreendedor com seus conhecimentos e rede de relacionamentos além dos recursos financeiros;
  • Tem normalmente uma participação minoritária no negócio;
  • Não tem posição executiva na empresa, mas pode atuar como um mentor/conselheiro.

Capital de Risco

Capital de risco (ou Venture Capital) é uma modalidade de investimentos alternativos utilizada para apoiar negócios por meio da compra de uma participação acionária, geralmente minoritária, com objetivo de ter as ações valorizadas para posterior saída da operação. Este tipo de investimento é feito com a startup em um estágio ainda inicial, próximo a seu modelo de negócios, o que implica seu alto risco.

Crowdfounding

Segundo Diego Reeberg, um dos fundadores do catarse.com, crowdfunding é definido como o financiamento de uma iniciativa a partir da colaboração de um grupo de pessoas que investem recursos financeiros nela. É muito utilizado quando falamos sobre projetos/empresas financiados de forma coletiva (várias pessoas contribuindo) por meio de uma plataforma online.

Um projeto de crowdfunding tem um objetivo: iniciar uma empresa. O retorno não é para o grupo específico, mas para a sociedade.

Antes de decidir como investir, é preciso saber em qual área a sua startup vai atuar e como vai atuar (seja B2B, B2B2C ou B2C). Por isso, no próximo tópico falaremos dos mais comuns tipos de startups.

Tipos de Startups

Por mais que os conceitos às vezes possam se confundir, a verdade é que atualmente são diversos os tipos de startup no mercado. Afinal, ter uma boa ideia não é mais o bastante. Para você ser um empreendedor bem informado sobre esses modelos de negócio, é imprescindível conhecê-los a fundo, pois a exigência é que estes personalizem seu negócio. Além disso, é preciso saber diferenciar um do outro e situar-se no contexto geral.

Lifestyle startups

Em geral, essas empresas são movidas por um sonho, uma grande ideia que faz a busca por seu sucesso um estilo de vida para os envolvidos no projeto. Os donos de uma Lifestyle Startup com certeza amam o que fazem e se motivam diariamente com seu negócio. Esse tipo de startup é movido por sonhos e seu sucesso costuma vir de um estilo de vida daquele idealizador. A realização da ideia original do negócio é o que os move, mantendo-os sempre motivados para trabalhar. 

Scalable startups

As scalable startups são aquelas empresas que encontraram um modelo replicável de negócio, que tem grande potencial de crescimento e que precisa apenas de investimento para que a expansão ocorra.Tratam-se de startups que vivem de capital de risco e empresários que não querem só trabalhar para se sustentar, mas sim despertar o interesse de grandes investidores. A visão é de um retorno milionário.

Buyable startups

Essas são aquelas startups fundadas a partir do projeto de execução de uma grande ideia, que precisam apenas do empurrão de alguns investidores para conseguirem instrumentalizar seu modelo de negócio e crescer. Elas nascem para ser vendidas para empresas maiores do mesmo nicho, como é o caso de startups que criam aplicativos móveis.

Large company startups

A Large Company Startup tem como objetivo principal a inovação. Não foca apenas em se aprimorar, mas sim criar inovações verdadeiramente disruptivas, tornando seu modelo de negócio superior ou único.

Essas são as empresas que, apesar de serem grandes, robustas e até com bastante tempo de mercado, procuram de alguma forma adaptar-se aos novos contextos de um mercado em constante transformação. 

Small Business Startup

Uma Small Business Startup é aquela pequena empresa, iniciante e muitas vezes familiar.

Seu dono não deseja engrandecê-la e não possui grandes ambições, apenas quer proporcionar uma vida confortável para sua família e aproximar o contato com amigos. Por mais que esses empresários não busquem um crescimento enorme para seus negócios, movimentam a economia local.

Social Startup

Uma Social Startup é criada por pessoas “socialmente ambiciosas”, que desejam fazer a diferença no mundo de alguma forma. Pode ou não ter fins lucrativos ou unir os dois modelos, mas sempre visando o lado social e humano.

Os fundadores não pretendem ser ricos, pois a riqueza para eles, são os  resultados positivos para as comunidades em que atuam, para as pessoas com quem trabalham e para as regiões onde estão instaladas.

E entre essas, ainda existem as startups que foram criadas recentemente e já são avaliadas em bilhões de dólares. Essas são chamadas de unicórnios.

O que são startups unicórnio?

startup unicórnio

Uma empresa unicórnio é aquela que conseguiu algo tão difícil quanto encontrar a criatura mítica: ser avaliada em 1 bilhão de dólares antes de abrir seu capital em bolsas de valores. O termo foi criado em 2013 pela capitalista de risco Aileen Lee, escolhendo o animal mítico para representar a raridade estatística de tais empreendimentos de sucesso. 

Segundo a TechCrunch, existiam 452 unicórnios em maio de 2019, e a maioria dos unicórnios está nos EUA, seguidos pela China. Os unicórnios estão concentrados em alguns poucos países. Os líderes dos unicórnios são os EUA com 196 empresas, a China com 165, a Índia com 52 e o Reino Unido com 16.

Os maiores unicórnios incluíam Ant Financial, ByteDance, DiDi, Uber, Xiaomi, e Airbnb. Quando o valor de uma empresa for superior a US$ 10 bilhões, a empresa será chamada de Decacorn. Quando o valor da empresa for superior a 100 bilhões de dólares, será utilizado o Hectocorn.

Afinal, quais os fatores-chaves para crescer dessa forma tão rapidamente? Vale lembrar que  fazer um roteiro para criar empresas unicórnio é arriscado. Existem muitos fatores envolvidos no sucesso ou fracasso de uma startup. Não há forma milagrosa, mas alguns pontos importantes podem ser citados:

  •   As redes sociais como grandes aliadas
  •   O cliente sempre no centro
  •   Uma expansão global e acelerada
  •   Diversidade do equipamento
  •  Incerteza como parte do dia a dia

Algumas empresas brasileiras podem ser citadas como exemplos de unicórnio. Segundo pesquisa da Statista, o maior unicórnio brasileiro é a Nubank avaliada em 2020 em 25 bilhões de dólares, seguida da Wildwife Studios, avaliada em 3 bilhões de dólares e em terceiro, a Loft avaliada em 2,9 bilhões de dólares. 

Como estamos vendo, existem muitas startups de sucesso aqui no Brasil, vamos falar delas no próximo tópico e de algumas conhecidas no mundo.

Exemplos de startups de sucesso no Brasil e no mundo

Diversas empresas que hoje são referência em seus respectivos nichos de mercado, surgiram como Startups, com pouquíssimo dinheiro e muito risco. Conheça algumas delas: 

PayPal

O PayPal foi fundado em 1998, na Califórnia. O sistema foi pioneiro no envio e recebimento de pagamentos online. Hoje, a empresa é um grande exemplo das Startups de sucesso que revolucionaram seu nicho. Afinal, o PayPal foi capaz de transformar o modo como as transações financeiras eram realizadas.

Netflix

O Netflix é um exemplo de startup bem sucedida. Quando foi lançada, em 1997, era o auge das videolocadoras e a ideia de um delivery de DVD. Três anos depois, seus fundadores tentaram vender a startup para a gigante Blockbuster: negado. A locadora não via o potencial do negócio e preferiu permanecer com seu modelo de negócio.  De delivery, a Netflix abraçou as últimas tecnologias e apostou no streaming. Hoje a empresa vale bilhões e ameaça indústrias centenárias.

Google

O Google também começou no modelo de startup. No começo o Google não parecia prometer muito. Na época, buscadores maiores e mais famosos, como Altavista e Yahoo, dominavam. A empresa não se abalou, pelo contrário, teve um insight que as outras duas não tiveram. Larry Page, seu fundador, sabia que precisava encontrar uma forma de lucrar ou então seria um negócio insustentável. Dito e feito, anos depois o Google é uma das maiores empresas do mundo, caminhando para valer US$ 1 trilhão.

Airbnb

A Startup Airbnb utiliza o modelo de negócios de Marketplace. Ela também é uma das grandes Startups de sucesso atualmente. Tudo surgiu de uma ideia simples de aluguel de casas e, hoje, o Airbnb permite que viajantes aluguem espaços pelo mundo todo. 

Nubank

A brasileira Cristina Junqueira, o colombiano David Vélez e o americano Edward Wible foram os responsáveis pela criação do Nubank em 2013. 

A Nubank oferece serviços 100% digitais como cartão de crédito e conta de pagamentos com taxas menores do que os bancos tradicionais, tendo atingido o valuation de US$ 1 bilhão em 2019, se tornando um unicórnio. Eles chegaram a ser considerados pelo LinkedIn a startup mais desejada do Brasil. 

QuintoAndar

A QuintoAndar apareceu no mercado em 2012, através de seus fundadores André Penha e Gabriel Braga, para simplificar a locação de imóveis e conectar proprietários e inquilinos de forma prática e segura. A atratividade de seu negócio está no fato de não precisar de fiador, assinatura de contrato digital e anúncios gratuitos.

Eles se tornaram um unicórnio brasileiro após levantar US$ 250 milhões em uma rodada de investimento. O aplicativo simples e eficaz do QuintoAndar gerou muito valor para os clientes e usuários, obrigando o mercado imobiliário a repensar as suas práticas. 

Livros sobre startup que todos deveriam ler

A Startup Enxuta (ou Lean Startup) 

startup enxuta

Em seu renomado livro, Eric Ries aborda de forma simples e extremamente embasada e completa, as melhores práticas para colocar uma ideia que está em sua cabeça, se baseando em grandes cases de sucesso. A ideia se transforma em ciclos que o autor chama de construir-medir-aprender, sendo este o motor para o crescimento de qualquer startup.

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De Zero a Um

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A obra de Peter Thiel (co-fundador da PayPal) de forma bem objetiva, consegue expressar algumas ideias fundamentais. A primeira a ser colocada pelo autor, é que o progresso da humanidade pode ser feito de duas formas: horizontal (de 1 a n), quando se constrói algo que já existe, mas de forma melhorada; e vertical (0 a 1), que é criar algo que não existe. Outra grande ideia, é a de exponencialidade, onde tudo no universo se expande. A explicação aprofundada sobre o tema, é de grande valia. 

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Contudo, fica claro para nós a grande importância e impacto das startups na economia mundial. Criar uma startup está envolto em grande risco e em um mar de incertezas, mas pelo que vemos, não é impossível fazê-la funcionar e trazer grandes retornos financeiros. Sem esquecer, é claro, que  é um grupo de pessoas de perfil empreendedor, caracterizado pela autonomia, dedicação e risco, à procura de um modelo de negócios repetível e escalável.

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